17.9.08

Ainda o México

Parte IV
Playa del Carmen, Ilha de Cozumel, Chichen Itzá e Regresso
(Agave Azul - Planta que destilada dá origem à Tequila)
Durante uma semana na Riviera Maya, além de estar de papo para o ar, encharcar-me de tequila, daiquiris e doces ainda fiz mais qualquer coisa por lá, porque ir ao México e não ir sair do Hotel é o mesmo que ir à padaria e não comprar pão. A Playa del Carmen, realmente paradisíaca, ficava a cerca de meia hora do Puerto Aventuras (onde ficava o Catalonia) e proporcionou um dos melhores dias de praia por lá. O calor fervilhava no corpo, que nem a água (quente) ajudava a superar. Apanhámos o barco e seguimos até à ilha de Cozumel. Voltámos à Playa del Carmen de noite, que com muita animação nocturna, bares, discos e lojas fazia as delícias das gajas, claro!
A meio da semana, com o calor mesmo a apertar, fizemos uma excursão à zona arqueológica de Chichen Itzá , que significa “A boca do poço dos bruxos da água” e são as ruínas da maior cidade Maya alguma vez construída. Cheia de histórias e tradições, ecos, mapas solares e calendários mayas, tem no centro o Castillo, considerado uma das novas 7 Maravilhas do Mundo. O calor insuportável obrigava a que a maioria dos turistas utilizasse chapéus-de-chuva para fazer o percurso pelas várias construções. As iguanas enormes e mais do que as mães, passeavam-se ao sol por entre as pedras, como que a pousar para as fotos. Pelo caminho visitámos uma civilização de raízes mayas e Valladolid. Foi um dia e tanto, com ataques de mosquitos por tudo o que era frente e com um elevado grau de pegajência no corpo, originada pela mistura de repelentes, transpiração e protectores solares. Só o banho nocturno na piscina mal chegámos ao hotel nos fez sentir bem melhor. Imaginem.
Pouco há a falar acerca da viagem de volta. Foi a pior da minha vida. Mesmo sem turbulência, pouco ou nada dormi, tornei-me uma jovem com reumático e ainda tive de levar com um chá cheio de borra. Sinceramente. À chegada ao aeroporto de Lisboa, depois de uma aterragem perfeita (sim, mesmo perfeita) o comandante pede-nos paciência dentro do avião porque “não havia lugar para estacionar”. Originou uma gargalhada geral, bem diferente daquela que se ouviria depois de uma hora e meia à espera das malas. Portugal. Acho que até já nem me importava com os mosquitos.
Aproveito para agradecer à Miss Mosquito, à Patrícia*, à Isabel*, ao Alexandre* e ao Osvaldo* (“Osvaldinho!!”) a companhia e momentos bem passados em terras mexicanas.
*Portugueses que conhecemos no Hotel, estes bem diferentes dos outros que mencionei.

5 comentários:

AnNa disse...

Podias ter trazido uma iguaninha dessas para mim! Gosto Tanto! =)
E podia ser esta da foto! É tão gordinha e assim... =p

José disse...

Só pra te dizer que me farto de rir contigo =)
bj* miss you
ps.- este comentário não foi efectuado via sms para não levar um tiro =P

medusasss disse...

Aiii, o que eu não dava para visitar e subir às pirâmines Maias! :p

***

Ruca! disse...

pegajência é lindo!

mas e mexicanas giras não havia?

Marisa Caetano disse...

Querida amiga leila...ESTOU ROXA DE INVEJA...:) a avaliar pelas fotos e palavras deves arrajado pelos Méxicosssssss, Beijocas